Não há mesmo greve: Dínamo Sem Greve vence PES Nigéria continuando invicto.
No encontro entre Dínamo Sem Greve e PES Nigéria, assistiu-se a uma partida aberta, com bons momentos ofensivos de ambas as equipas e várias fases de grande intensidade. A formação croata acabou por vencer por 5-2, num jogo em que soube ser mais eficaz nos momentos decisivos, sobretudo depois de o PES Nigéria ter conseguido reagir e chegar ao empate na segunda parte.
A partida começou com o Dínamo Sem Greve a tentar explorar a profundidade, procurando desde cedo colocar bolas nas costas da defesa adversária. Tomé Mangas foi uma das primeiras referências ofensivas da equipa croata, tentando aparecer em zonas adiantadas, embora sem conseguir criar perigo imediato nos primeiros minutos. Do lado do PES Nigéria, Martim Magalhães tentou responder com um remate, mas a bola saiu por cima da baliza. A equipa nigeriana procurava entrar no jogo através de ações mais diretas, tentando aproveitar qualquer espaço concedido pela defesa adversária. O primeiro golo acabaria por surgir para o Dínamo Sem Greve. Afonso Nunes apareceu no momento certo após uma excelente jogada ofensiva e finalizou com qualidade, inaugurando o marcador e colocando a formação croata em vantagem. O PES Nigéria tentou reagir quase de imediato. Rodrigo Menezes apareceu em zona de finalização e procurou o empate com um remate perigoso, mas Nicolau Jensen , guarda-redes do Dínamo, respondeu com uma excelente defesa com os pés, mantendo a vantagem da sua equipa. A formação croata continuou perigosa e esteve muito perto de aumentar a diferença quando Afonso Nunes surgiu novamente em destaque. Após um cruzamento perigoso, o jogador do Dínamo enviou a bola à barra e, na recarga, o guarda-redes do PES Nigéria, Diogo Reis , ainda conseguiu tocar na bola e desviá-la para canto, evitando o segundo golo. O jogo chegou ao intervalo com vantagem mínima do Dínamo Sem Greve, mas com a sensação de que o PES Nigéria continuava totalmente dentro da partida.
Na segunda parte, a equipa nigeriana entrou determinada a mudar o rumo do encontro. A insistência acabou por ser recompensada através de um lance de bola parada, onde Rodrigo Menezes apareceu para reduzir e colocar o marcador em aberto. Pouco depois, o PES Nigéria voltou a ameaçar e esteve perto de empatar, mas Nicolau Jensen voltou a ser decisivo, fazendo mais uma grande defesa e impedindo que a equipa adversária chegasse à igualdade nesse momento. Do lado do Dínamo, João Cabecinha tentou responder e alargar novamente a vantagem, mas o remate saiu por cima da baliza. A partida estava cada vez mais intensa, com as duas equipas a procurarem o golo e a deixarem espaços no meio-campo. O PES Nigéria acabou mesmo por chegar ao empate através de Afonso Street , que rematou forte e viu a bola entrar apesar do toque de Nicolau Jensen. O 2-2 relançava completamente o encontro e deixava tudo em aberto para os minutos finais. No entanto, a resposta do Dínamo Sem Greve foi forte e decisiva. Na sequência de um canto, David Vieira colocou a bola na área e João Cabecinha apareceu no momento certo para finalizar, fazendo o 3-2 e devolvendo a vantagem à formação croata. Esse golo teve um impacto grande no jogo. O PES Nigéria tentou reagir, mas o Dínamo ganhou confiança e passou a explorar melhor os espaços deixados pelo adversário. Pouco depois, João Cabecinha voltou a aparecer em destaque, desta vez como assistente, servindo Tomé Mangas para o quarto golo da equipa croata. Com o resultado em 4-2, o PES Nigéria arriscou ainda mais, mas já demonstrava dificuldades em travar as transições do adversário. A formação croata manteve-se organizada e continuou a procurar a baliza sempre que tinha oportunidade. O quinto golo acabou por surgir através de Manuel Piron Catarino , que finalizou com qualidade e fechou o marcador em 5-2, confirmando a vitória do Dínamo Sem Greve.
Foi um jogo bem disputado, onde o PES Nigéria teve mérito na forma como reagiu e conseguiu empatar depois de estar em desvantagem. Ainda assim, o Dínamo Sem Greve mostrou maior capacidade de resposta nos momentos decisivos e uma eficácia ofensiva superior na reta final da partida.
por Vasco Côrte-Real
